O Brasil
Olivier Anquier chega ao Rio de Janeiro aos vinte anos e decide ficar. Naturaliza-se brasileiro anos depois.
História
A história do Mundo Pão do Olivier começa antes da marca existir. Ela começa numa cozinha na França, passa por uma padaria em Higienópolis e chega a uma esquina do centro de São Paulo.
Olivier Anquier chega ao Rio de Janeiro aos vinte anos e decide ficar. Naturaliza-se brasileiro anos depois.
Depois da morte do pai, deixa a carreira de modelo em Paris e abre o Aloha, seu primeiro restaurante, em Jericoacoara.
Abre a Pain de France em Higienópolis, São Paulo. Terceira geração de padeiros da família, Olivier traz para o país o método francês de longa fermentação e inaugura uma outra ideia de padaria no Brasil.
Começa a apresentar programas de culinária e leva a panificação francesa para a casa de milhões de brasileiros.
Abre a padaria Anquier, também em Higienópolis, onde continua a desenvolver as receitas de viennoiserie com ingredientes brasileiros.
O primeiro quiosque abre no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, 2073. Toda a produção passa a sair do ateliê do Cambuci.
Duas novas unidades levam a marca para a zona sul e a zona leste da cidade.
Em 22 de abril abre a primeira loja de rua, na esquina das avenidas São Luís e Ipiranga, em frente ao Edifício Itália. É a casa com o cardápio completo, do café da manhã ao brunch.
A marca capta 3,4 milhões de reais com trinta e quatro investidores, via Osten Invest, para abrir novas unidades.
Em abril abre a unidade do Shopping Center Norte, na zona norte da cidade.
O ateliê
Todos os produtos do Mundo Pão do Olivier são feitos em um único ateliê, no bairro do Cambuci. É de lá que saem a massa folhada, os pães de longa fermentação, as quiches e os doces, distribuídos às unidades ao longo do dia.
Concentrar a produção em um lugar só é o que permite manter o mesmo padrão em todos os endereços, e é a razão de os folhados chegarem à vitrine no mesmo dia em que são assados.